Prezados Amigos do
Lions Batel,
Achei interessante tantas informações que nem sempre temos às mãos, por isso
resolvi repassar para todos, para tomarem conhecimento. O leonismo também é
cultura. Quem tiver interesse em fazer parte como Associado
do CIRCLE-LP-Círculo Cibernético de Língua Portuguesa, favor entrar em contato com o CL Carlos Eugênio Carneiro de Melo, para
poder contribuir, com seus conhecimentos para difusão entre os Leões do Brasil.
Abraços
PMJF CL Tosihiro ida
Diretor de
Associados
------- Mensagem
encaminhada -------
Data: 13/08/2016
15h33min07s UTC
MOVIMENTO
NOVO BRASIL PARA AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
***BOLETIM SEMANAL ***
Editor: Paulo
Lamego
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Domingo, 07 de Agosto
Jogos paralímpicos:
de onde vieram e para onde vão?
da cerimônia de
abertura da Paralimpíada de Londres
As primeiras disputas entre pessoas com deficiência de que se tem notícias
datam de 1888. Elas aconteceram em Berlim, na Alemanha, onde clubes estimulavam
a participação
de surdos nos
esportes. Mais tarde, lá pelos anos 1920, nos Estados Unidos, tiveram início
atividades como natação e atletismo para atletas com deficiência visual.
Mas foi somente
depois da Segunda Guerra Mundial (1939‒1945) que as competições ganharam
força.
O embrião foi
formado a partir de 1944, na Inglaterra. Como os métodos tradicionais de
reabilitação não poderiam atender às necessidades de um grande número de soldados
com deficiência, o governo britânico pediu ao neurologista e neurocirurgião
Ludwig Guttmann que criasse um centro especializado em lesões na coluna, no Hospital
Stoke Mandeville. Além de usar a fisioterapia no tratamento, o médico recorreu
ao esporte para motivar seus pacientes, começando por arremessos de bola para
exercitar
os membros
superiores. A iniciativa gerou aumento de resistência física e de autoestima. E
foi ali que a reabilitação por meio do esporte evoluiu de recreacional para competitiva.
Agora vamos aos
fatos que levaram ao surgimento e ao crescimento dos Jogos Paralímpicos.
1952: a Holanda
entra em cena. Militares holandeses foram convidados a participar dos Jogos de
Stoke Mandeville, abrindo espaço para a primeira competição internacional para
pessoas com deficiência. À medida que o esporte adaptado crescia, surgiam
inovações para melhorar a vida dos atletas. A Guerra Fria e a corrida espacial
alavancam o desenvolvimento do plástico e seus compostos: espumas de plà¡stico
e fibras de vidro começaram a ganhar espaço em hospitais, centros de terapia e
na confecção de próteses.
1958: o Brasil dá
os primeiros passos no esporte adaptado. Após sofrerem lesão medular em razão
de acidentes, dois brasileiros procuraram serviços de reabilitação nos Estados
Unidos que incluíam a prática esportiva. Na volta, Sérgio Serafim Del Grande,
de São Paulo, e Robson Sampaio de Almeida, do Rio de Janeiro, fundaram associações
onde inicialmente era praticado o basquete em cadeira de rodas. São eles os
precursores do esporte adaptado ‒ ou seja, a prática de uma atividade esportiva
adaptada para pessoas com deficiência por aqui.
1960: enfim, Jogos
Paralímpicos. Oficialmente com esse nome, eles aconteceram em Roma, na Itália,
com 400 inscritos de 23 países, imediatamente após os Jogos Olímpicos.
1964: surge a
Organização Internacional Esportiva para Deficientes (ISOD, na sigla em
inglês). A entidade passou a oferecer oportunidades para todo tipo de atleta com
deficiência - com problemas de visão, amputados, com paralisia cerebral e
paraplégicos.
1972: Brasil
estreia em Jogos Paralímpicos. Aconteceu em Heidelberg, na Alemanha, com um
grupo de 20 atletas homens, que terminou sem medalhas. Outras 41 delegações marcaram
presença no evento. Nos anos 1970, teve início também a era da popularização do
plástico "material leve e flexível" no desenvolvimento de próteses mais
confortáveis e próprias para a prática esportiva.
1976: a primeira
medalha brasileira, nos Jogos de Toronto, no Canadá. A dupla Luiz Carlos Costa
e Robson Sampaio Almeida estreou no pódio, com uma medalha de bronze, em uma
prova de lawn bowls (espécie de bocha sobre grama). A partir dessa edição,
cegos e amputados também entraram nas disputas.
1980: a vez de
atletas com paralisia cerebral. Eles começaram nos jogos da cidade de Arhnem,
na Holanda. Participaram 125 portadores de paralisia cerebral, 341 com
deficiência visual, 452 amputados e 1.055 cadeirantes.
1984: 22 medalhas
para o Brasil. Na edição que teve duas cidades sediando os jogos "Nova
York, nos Estados Unidos, e Stoke Mandeville, na Inglaterra ", o Brasil garantiu
mais de duas dezenas de medalhas e terminou na 24a colocação no quadro geral de
medalhas, com 7 ouros, 17 pratas e 4 bronzes.
1988: os Jogos
Paralímpicos passam a acontecer na mesma cidade que os Olímpicos. Depois de
várias edições com sedes diferentes, Seul, na Coreia, recebeu os dois eventos.
E assim foi daí por diante.
1989: fundado o
Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês). A entidade, sem
fins lucrativos, nasceu em Dusseldorf, na Alemanha, com o objetivo de atuar
como órgão dirigente do movimento paralímpico global.
1992: Barcelona, um
primor de organização. Grande parte da cidade-sede foi adaptada para receber
confortavelmente 3 mil atletas, independentemente do tipo de deficiência.
Três atletas
brasileiros tiveram performances memoráveis: Luiz Cláudio Pereira, no arremesso
de peso, Suely Guimarães, no lançamento de disco, e a velocista Ádria Santos,
que ganhou seu primeiro ouro ao vencer a prova dos 100 metros.
1995: fundado o
Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). A entidade foi criada tendo como principal
função consolidar o movimento paralímpico no Brasil, difundindo o esporte de
alto rendimento para pessoas com deficiência.
1996: a prótese
Flex-Foot Cheetah é usada pela primeira vez na Paralimpíada de Atlanta, nos
Estados Unidos. De fibra de carbono
"material flexível e de alta absorção de energia" e inspirado na pata
do guepardo, o modelo passa a ser a sensação nas pistas de atletismo.
2000: quebrados 300 recordes mundiais e paralímpicos. O palco dessas conquistas
foi Sydney, na Austrália. Nessa edição, o Brasil conseguiu sua melhor colocação
em Jogos Paralímpicos até então, com 6 medalhas de ouro, 10 de prata e 6 de
bronze, ficando em 24o lugar no ranking final. Começava a trajetória de
conquistas de uma nação paralímpica.
2008: brasileiro leva 9 medalhas na natação em Pequim. Daniel Dias conquistou 4
medalhas de ouro, 4 de prata e 1 de bronze.Outro grande destaque foi a
velocista Terezinha Guilhermina, que garantiu o ouro nos 200 metros e a prata
nos 100 metros rasos. No futebol de 5, o Brasil sagrou-se bicampeão
paralímpico. Com 47 medalhas no total, pulamos para a 9a colocação no ranking
mundial.
2012: novas
conquistas em Londres. Cumprindo a meta estabelecida pelo CPB, sob a gestão do
presidente Andrew Parsons, o Brasil saltou do 9o lugar no quadro geral
de medalhas em
Pequim para o 7o, com 21 ouros. Essa edição "que recebeu 4.200 atletas de
166 países" foi marcada pela épica vitória do velocista Alan Fonteles sobre
o sul-africano Oscar Pistorius nos 200 metros da classe T44. Nas competições e
no dia a dia dos atletas, as próteses passaram a se mostrar ainda mais
eficientes e personalizadas graças à utilização do plástico em sua composição,
garantindo leveza, design e beleza. As próteses são um exemplo de como o
plástico pode contribui para soluções que permitem maior acessibilidade e
qualidade de vida.
2016: a hora do
Rio. Os Jogos Paralímpicos são o maior evento de esporte de alto rendimento
para atletas com deficiência. Apesar disso, são enfatizadas mais as conquistas
do que as deficiências dos participantes. A cerimônia de abertura no Rio está
marcada para 7 de setembro e a cidade quer entrar para a história recebendO O 4.350
atletas paralímpicos, de cerca de 170 países, que vão disputar 22 modalidades.
Fonte: Galileu
* Segunda, 08 de
Agosto
Judô. Paralimpíadas
Rio 2016.
Desenvolvido a
partir do jujutsu pelo professor Jigoro Kano e consolidado como esporte no fim
do século XIX, o judô estreou nos Jogos Olímpicos em Tóquio 1964.
Em Seul 1988 também
passou a ser disputado nos Jogos Paralímpicos, e as mulheres entraram na
competição a partir de Atenas 2004. O judô é a única arte marcial presente no
programa Paralímpico.
SOBRE A COMPETIÇÃO
O judô Paralímpico
é disputado apenas por atletas com deficiência visual. Por essa razão, a
classificação não é feita por critérios funcionais, mas sim por critérios médicos.
Um dos maiores benefícios do judô Paralímpico é ensinar o atleta a cair de
maneira adequada como o esporte os auxilia a se deslocarem e a se posicionarem corretamente,
eles acabam evitando, com isso, acidentes no dia a dia.
Os atletas estão divididos em três classes, todas elas começando com a letra B
(de blind, cego em inglês): *
B1 - cegueira
total. O atleta pode perceber a luminosidade, mas é incapaz de identificar
qualquer objeto ou pessoa
* B2 - campo visual
inferior a 5 graus. Os atletas conseguem perceber vultos e reconhecer formas *
B3- campo visual
entre 5 e 20 graus, o que significa que o judoca é capaz de perceber imagen
O árbitro só inicia
o combate quando os dois atletas estão segurando o judogi (quimono) um do
outro. É sua função manter a pegada entre os lutadores. Caso os dois não
estejam em contato, a luta é interrompida.
VOCÊ SABIA?
O maior campeão do
judô Paralímpico é o brasileiro Antônio Tenório, com quatro medalhas de ouro,
conquistadas em Atlanta 1996, Sidney 2000, Atenas 2004 e Pequim 2008. Em
Londres 2012, ele ficou com o bronze.
* Terça, 09 de
Agosto
Catarinense com
deficiência auditiva protesta contra excesso de filmes dublados em cinemas de Sc
em frente ao cinema
do Continente Shopping, em São José
A discussão sobre a falta de filmes legendados nos cinemas catarinenses ganhou
nova proporção neste domingo (20) com o protesto da estudante Danielle Kraus Machado,
de São José. Com perda auditiva moderada, ela tentou assistir aos filmes A Era
do Gelo 5 e Procurando Dory no Cinépolis do Continente Shopping, em São José,
porà©m não havia nenhuma sessão legendada.
Cansada de lidar
com a falta de acessibilidade - que, vale lembrar, é direito garantido pelo
Estatuto da Pessoa com Deficiência -, ela posou com cartazes na frente do
cinema e publicou as fotos em seu perfil no Facebook. Em menos de 24 horas, o
post já ultrapassou 30 mil curtidas e compartilhamentos.
Veja a publicação:
Hoje fui no
Continente Shopping - São José, onde o cinema é da empresa Cinépolis.Queria
assistir A Era do Gelo ou Procurando Dory. Porém tenho perda auditiva bilateral
moderada, e mesmo com aparelhos auditivos preciso de legenda.
Só que não tinha.
Depois de esperar
um tempão pelo gerente, ele vem e só fica falando "Você que procure seus
direitos então, eu não posso fazer nada, quem decide se é legendado ou dublado
é a distribuidora."
Porém já descobri
que quem decide isso é o pedido do cinema, ou seja, dele mesmo. (corrigindo:
esse sistema de quem decide é o próprio cinema, foi de outra empresa de cinema,
não era a mesma, desculpa)
Ok, ele "não
pode fazer nada ", mas eu posso. Vai ter processo, vai ter exposição e por
mim teria boicote também.
Vai ter
resistência.
Vai ter cartaz.
Vai ter denúncia.
Vai ter luta.
Semana que vem tem
mais, quem conhecer alguém que tenha interesse em ir junto, só avisar. (Será em
outros cinemas que também não cumprem a lei) Essa luta é por todas as pessoas
com deficiência. Se você não diz à uma pessoa com deficiência física,
cadeirante:
"Se essa rua
não tem rampa é só passar em outra, ué, que frescura, quer andar em todas as
ruas, igual todo mundo " Então não diga à uma pessoa com deficiência
auditiva:
"Se esse filme
não tem legenda é só ver outro, ué, que frescura, quer ver todos os filmes,
igual todo mundo ".
Deu pra notar a
descriminação??
Obs: Já tentei
assistir dublado. Mal entendi 3 frases. Não adianta eu querer fingir que não
tenho deficiência auditiva.
"Jamais
imaginei tamanha repercussão. Com esse protesto, queria apenas reunir um
pequeno grupo de pessoas com deficiência auditiva para fazer campanha de
conscientização nos outros cinemas, para chamar a atenção da mídia. Só que tudo
foi tão rápido que, quando vi, muitas pessoas já estavam apoiando a causa "comenta
a estudante. Daniella, que tem 19 anos e estuda Engenharia Elétrica no IFSC,
pretende fazer um BO e levar o processo adiante para que os direitos das
pessoas com deficiência sejam garantidos. Ela também quer levar o protesto para
outros cinemas da região para conscientizar as pessoas sobre a falta de
inclusão. "Quero que qualquer pessoa, independente de ter uma deficiência
ou não, possa ir no cinema sem restrições. Isso já é lei, só falta acontecer na
prática. Eu já fui diversas vezes e desisti de ver filmes que queria por falta
de acessibilidade. É chato, sim, revoltante. Mas parece que enquanto não fizer
"barulho", ninguém liga. Acham que colocar legendas é luxo, pedir
demais" protesta a jovem, que tem um blog ( http://meumundosilencioso.blogspot.com.br/ )
onde compartilha suas experiências.
O DC entrou em
contato com a assessoria do Continente Shopping, que disse que a
responsabilidade pela exibição dos filmes é da rede de cinemas Cinépolis. Por
meio de nota, a assessoria da rede informou que aguarda o resultado da consulta
pública sobre critérios de acessibilidade visual e auditiva.
A Cinépolis do
Brasil zela pelo cumprimento da legislação perante todas as esfera da
administração pública. No caso em comento é importante ressaltar que a norma relativa
a critérios de acessibilidade visual e auditiva encontra-se em fase de Consulta
Pública, aberta em 30.06.2016 e com encerramento previsto para 01.08.2016,
conforme
verifica-se pelo site da própria ANCINE - Agência Nacional do Cinema.
Tão logo encerre-se
esta fase e haja a edição de norma específica regulamentando o tema, esta será
acatada em seus termos por esta empresa, sempre oferecendo a todos os nossos
clientes a melhor experiência de cinema.
O que diz a lei
De acordo com a o
Artigo 42 da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, a pessoa com
deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em
igualdade de oportunidades com as demais pessoas. As salas de cinema devem
oferecer, portanto, recursos de acessibilidade em todas as sessões.
"A falta de
filmes com o idioma original e acompanhados de legenda torna as salas de cinema
praticamente inacessíveis às pessoas que teriam a legenda como única opção.
Também é importante integrar uma janela de interpretação em Libras no canto da
tela, pois existem pessoas com deficiência auditiva que não são alfabetizadas.
Apenas inserir
legendas em português não é garantia de acessibilidade" defende Ludmila
Hanisch, presidente da Comissão do Direito das Pessoas com
Deficiência da OAB-SC.
Fonte: DC
* Quarta, 10 de
Agosto
Starbucks abre loja para inclusão de funcionários surdos
escrito em língua
de sinais em loja em Kuala Lumpur na Malásia
Em Kuala Lumpur, na Malásia, é possível pedir um café com a língua de sinais.
Isso porque os funcionà¡rios de uma loja da Starbucks na cidade têm deficiência
auditiva
É a primeira
unidade do tipo, dedicada a incluir pessoas com deficiência auditiva no mercado
de trabalho. São 10 baristas com essa deficiência ( http://www.exame.com.br/topicos/def
Dicientes-fisicos ) e três ouvintes.
A loja foi criada
em parceria com a Sociedade de Intérpretes dos Surdos (SID, na sigla em
inglês). A organização irá disponibilizar dois intérpretes para a seleção,
Para aqueles que
não sabem a língua de sinais, a rede de cafés oferece uma guia para fazer os
pedidos. O caixa também tem uma tela para assegurar que o pedido foi anotado
corretamente.
Ao invés de chamar
os consumidores pelo nome quando a bebida estiver pronta, o número do pedido
será exibido em uma tela.
"Estamos
orgulhosos por suportar pessoas com deficiências através de um trabalho
gratificante, para criar a cultura de empoderamento e para trazer novas
perspectivas para o ambiente de trabalho, o que por fim irá nos tornar uma
companhia melhor", disse Sydney Quays, diretor do Starbucks ( http://www.exame.com.br/topicos/starbucks
na Malásia.
Outros casos
Em fevereiro desse
ano, uma conversa entre consumidor e barista de uma loja da Starbucks nos
Estados Unidos chamou a atenção. A conversa em questão foi toda feita na língua
de sinais, que a funcionária tinha passado os últimos meses aprendendo para
antender a consumidora fiel.
O mesmo aconteceu
em um drive-thru. Um consumidor sinalizou seu pedido por meio de uma câmera
para a atendente. O vídeo da conversa teve mais de 11 milhões de curtidas desde
novembro.
Fonte: Exame
* Quinta, 11 de
Agosto
Tiro Esportivo.
Paralimpíadas Rio 2016.
COMO TUDO COMEÇOU
Os primeiros clubes
de tiro surgiram na Alemanha, no século XIII, e a atividade se desenvolveu com
o avanço tecnológico de armas e munições. No século XIX foi regulamentada como
esporte, o que levou à fundação da União Internacional das Federações e
Associações Nacionais de Tiro, em 1907, atual Federação Internacional de Tiro
Esportivo (ISSF, na sigla em inglês). O tiro esportivo estreou nos Jogos Paralàmpicos
em Toronto 1976, estando presente no programa dos Jogos desde então. A
competição conta com 12 eventos, três masculinos, três femininos e seis mistos.
SOBRE A COMPETIÇÃO
Atletas com
diferentes tipos de deficiência podem competir juntos em três classes:
* SH1 pistol -
atletas com deficiência nos membros inferiores e/ou braço não usado para atirar
* SH1 rifle -
atletas com deficiência nos membros inferiores * SH2 rifle - atletas com
deficiência nos membros superiores e que precisam de suporte para a arma, pois
não conseguem segurá-la com os braços
Existem
equipamentos de apoio, como mesas e cadeiras de tiro, além de suportes para as
armas. Como na disputa do tiro convencional, as regras variam de acordo com a
prova, a distância, o tipo do alvo, a posição de tiro, o número de disparos e o
tempo para atirar. O alvo tem 10 circunferências, com pontuação diferente, e o círculo
do meio, o menor de todos, vale 10 pontos. Os 8 melhores atletas na
qualificação avançam para a final, sendo campeão aquele que atingir a maior pontuação
entre os finalistas.
VOCÊ SABIA?
Jonas Jacobsson o
segundo maior medalhista da história dos Jogos Paralímpicos. Ele participou das
últimas nove edições do evento (1980 a 2012), conquistando 30 medalhas: 17 de
ouro, quatro de prata e nove de bronze. Como o tiro esportivo permite uma longa
carreira, Jacobsson tem tudo para aumentar a sua coleção de medalhas.
ENQUANTO VOCÊ ASSISTE
O uso de flash não
é permitido, e celulares devem permanecer desligados ou em modo silencioso.
* Sexta, 12 de
Agosto
Rusia ni en
Paralímpicos?
Rusia también se
quedaría sin Juegos Paralímpicos. Los rusos también se quedarían afuera de los
Juegos para deportistas con capacidades especiales. Hay 19 sospechas de doping
de sus atletas en los juegos de Sochi 2014. El Comité Paralímpico Internacional
(CPI) difundió este viernes que comenzó un proceso disciplinario que podría
generar en la suspensión de Rusia y su exclusión de los Juegos de Río de
Janeiro por sus escándalos sistemáticos de doping en el atletismo. Así, se
sumaría al certamen que comenzará el 5 de agosto para desportistas sin
capacidades diferentes.
La apertura del
proceso se basa en la publicación el lunes de un informe de la Agencia Mundial
Antidoping (AMA) en el que se denunció la existencia de un sistema de
manipulación y ocultamiento de controles en Rusia con la complicidad
estatal.
Además, CPI reveló
que recibió informaciones adicionales de Richard McLaren, el investigador
canadiense a cargo del informe. McLaren aportó nombres de 35 deportistas rusos
cuyas muestras habrían desparecido del laboratorio antidoping de Moscú.
El CPI también
blanqueó que realizará un nuevo análisis de 19 muestras de los Juegos
Paralímpicos de Sochi 2014, identificadas como sospechosas por McLaren.
"El informe
revela una institucionalización del doping en el deporte ruso a una escala inimaginable,
orquestado desde el más alto nivel. Las revelaciones de McLaren son una seria
preocupación para todos los que estamos comprometidos con un deporte limpio y
honesto", sostuvo Philip Craven, presidente del CPI.
La decisión será
difundida antes del 1 de agosto y habrá un plazo de apelación de 21 días, según
informó el CPI en un comunicado. Los Juegos Paralímpicos se disputan del 7 al
18 de septiembre en Brasil.
Fuente: Olé
* Sábado, 13 de
Agosto
Deficiente
Residente: Museu do Futebol inclui a acessibilidade na equipe de funcionários
O que é praticar a
inclusão do deficiente em locais em que eles não são socialmente aceitos? Qual
a melhor forma de entender o mundo e as dificuldades das pessoas que possuem
condições diferentes senão ouvi-las? Pensando nessas questões, em 2010, o museu
desenvolveu o projeto Deficiente Residente, para que o estabelecimento pudesse
ser aproveitado e experienciado pelo maior número de pessoas. Entre 2010 e
2015, pessoas com diversos tipos de deficiência foram integradas à equipe de
atendimento do museu, em uma "residência que durava seus meses.
A iniciativa
transformou o atendimento do museu, que viveu a sociabilização e a quebra de
barreiras na prática. Cada ano foi dedicado a um tipo de deficiência: Em 2010,
o museu abriu vagas para deficientes visuais; deficientes intelectuais, em
2011; deficientes auditivos, em 2012; deficientes físicos, em 2013; pessoas com
transtorno mentais, em 2014; e, em 2015, foram retomados todos os temas
trabalhados nos anos anteriores. Durante três meses, os residentes se
encontravam semanalmente com a equipe de educadores para participarem de trocas
e atividades. A ideia era descobrir e valorizar os pontos em comuns entre os
presentes, entender suas diferenças e compartilhar informações para que a
experiência dos visitantes nos espaços expositivos fosse melhorada.
O impacto da ação
foi tão positivo que virou referência para outros Museus e na última
quarta-feira (22) foi lançado um documentário sobre o projeto.
O vídeo, de 30
minutos, traz depoimentos dos participantes e informações que permitem que a
experiência possa ser replicada em outras instituições.
"É uma
inclusão efetiva. Não é uma inclusão "normal". Eles foram atrás para
fazer uma inclusão verdadeira no Museu.", disse Fernanda Bucci, que possui
paralisia cerebral. Ela foi residente da quarta edição.
Para além dos
resultados, o projeto Deficiente Residente propõe uma ideia um tanto simples,
mas que é esquecida muitas vezes quando se trata de ações para pessoas em
situações diferentes das nossas: pensar com elas e não apenas para elas. Com
empatia e colaboração, ações como essa nos ensinam que encontrar soluções se
tornam mais fáceis
Fonte: Huffpost Brasil
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